A religião é um mega comércio, mega negócio e não paga taxa nenhuma. Se pagasse sobre o que ganha os cofres públicos iam explodir de dinheiro.
Já a arte, que é taxada, não seria comércio se não fosse forçada a isso. Quem escolhe a profissão de artista não está pensando em ficar rico. Eu disse ARTISTA, não celebridade. Em geral são pessoas que sentem uma VOCAÇÃO, um chamado e tem que abrir mão da vida material, ou lutar muito para sobreviver com a opção.
Já o pastor não (e aqui me refiro a vários tipos de sacerdócio religioso). Ele escolhe a profissão pra ficar rico, a vocação acontece numa proporção ínfima entre os que assumem o sacerdócio. O cara é treinado para que seu discurso gere adeptos, enquanto o artista faz a obra sem pensar em conquistar ninguém.
Tá tudo invertido nesse mundo.
Sou a favor de taxar as religiões e com o dinheiro arrecadado aplicar no incentivo às artes que são bem mais RELIGADORAS.
Esperta doi a Baby Consuelo do Brasil que juntou a fome com a vontade de comer: abriu uma igreja pra ter público sempre nos seus shows!!! Amém
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